13 de mai de 2011

Chiclete

Oi gente, sei que faz dois dias que não posto, mas na quarta foi porque eu tinha muito dever de casa e trabalho da escola para fazer e ontem foi porque, não sei por qual motivo, o blogger ficou sem funcionar anoite, bem na hora em que eu entrei. Hoje estou postando cedo pois vou para a casa do meu pai e, como a internet da casa do meu pai é péssima, provavelmente ficarei sem postar no final de semana, mas na segunda-feira voltará tudo ao normal.
Tive a ideia de falar sobre chiclete porque ontem a Melissa falou no blog dela sobre o fato de ser proibido chiclete em Cingapura, e vim então passar informações para vocês sobre essa goloseima que todos gostam.
     Chiclete é um tipo de confeito que é produzido para ser mastigado e não engolido. Tradicionalmente é produzido a partir do látex de uma árvore denominada chicle, um produto natural, ou a partir de borracha sintética conhecida como poli-isobutileno, que é uma forma não vulcanizável da borracha butil (isopreno-isobutileno) utilizado para câmaras de ar. Eu sei que é uma mistura meio estranha mesma, mas a gente não tem que engolir o chiclete, só sentir o saber dele, então tudo bem.
     Há várias histórias sobre a criação do chiclete, mas a maioria das pessoas que, em 1993, o pesquisador sueco Bangt Nordqvist publicou um artigo científico no qual afirmava que a goma de mascar havia surgido muito antes. Ele encontrou no sul de seu país três pedaços de resina de bétula mascados por dentes humanos perto de ossadas da época da Idade da Pedra. Nordqvist afirma que o produto contém zilitol, um desinfetante usado para limpeza dentária, que ajudava os homens primitivos a manter a arcada protegida.
     Alguns historiadores dizem que essa foi uma descoberta dos índios da Guatemala, que mascavam uma resina extraída de uma árvore chamada chicle para estimular a produção de saliva durante suas longas caminhadas. Os maias, do sul do México, também conheciam a goma de chicle, que, ao que tudo indica, usavam para refrescar o hálito. A goma era extraída de uma árvore nativa do Yucatan e de outras partes do sul do México e do noroeste da Guatemala, Sapodilla ou Manilkara zapota L. O hábito estava longe de ser uma novidade quando os espanhóis chegaram por lá em 1518.
     Mas, seja qual for a versão, o chiclete não era comercializado na forma que vemos hoje. Foi somente no final do século 19 que um fotógrafo americano chamado Thomas Adams, junto com o um general mexicano exilado em Staten Island, Antonio Lopez de Santa Anna, resolveu fazer do chicle uma fonte de lucros. A primeira idéia que os dois tiveram foi usar a resina para misturar à borracha utilizada na fabricação de pneus e assim baratear muito os custos.
     Com o aumento do seu consumo, os fabricantes tiveram de procurar novos produtos que substituíssem as resinas naturais. Surgiram novos tipos (sem açúcar, com novas cores, novos sabores, novos formatos, etc.) e novas marcas de pastilhas.
     No Brasil, a fabricação e a venda do produto iniciou-se em 1945, sendo Natal a primeira cidade brasileira a conhecer o produto, e usá-lo. 
Esculturas feitas com chicletes


2 comentários:

Ivone Poemas disse...

Oi Rafa!Amei essa postagem, pois é, eu nunca tive curiosidade de saber sobre chicletes, portanto valeu, minha linda e inteligente garota!!!
Beijos
Ivone
henristo.blogspot.com

Any Brasil disse...

eu não sou muito chegada em chiclete, minha mãe não deixava muito agente amscar quando cirança, daí não criei o hábto.
trendluxo.blogspot.com

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