17 de jan de 2011

O Diário de Bridget Jones

     Acabei de ler o livro O Diário de Bridget Jones e achei fantástico, um dos melhores livros que já li. Ele me lembra muito o livro Delírios de Consumo de Becky Bloom, que também é maravilhoso, eu diria que as duas autoras, Helen Fielding e Sophie Kinsella, respectivamente, têm um estilo bem parecido escrevendo seus livros, as duas são ótimas escritoras.

     Mas agora falando de Bridget, ela é muito engraçada e quem lê o livro acaba se indentificando com ela pelo menos em alguma parte dele, ela já está na fase dos trinta anos, tem um emprego relativamente bom em uma editora, dificuldades para conseguir um namorado, uma família que tenta sempre empurrar um homem diferente para ela, e ótimos amigos.
     Seu diário começa com as narrações da festa de peru ao curry na casa de Una e Geoffrey Alconbury, casal muito amigo de seus pais, onde foi, digamos, re-apresentada para Mark Darcy - pois já o conhecia já que eles brincavam sempre numa piscininha de plástico juntos quando crianças, mas nenhum dos dois lembrava do outro - por sua mãe e Una Alconbury, com a esperança de que Bridget finalmente deixasse de ser solteira. Mas a conversa com Mark acaba não dando muito certo, o que faz com que Una e a mãe de Bridget fiquem decepcionadas.
     Bridget sempre foi afim de seu chefe, Daniel Cleaver, e depois de uma conversa um tanto esquisita sobre a saúde de sua saia, já que ela estava com uma saia curta de mais, acaba namorando com ele, mas depois descobre que seu namorado na verdade é um completo idiota.
     Os amigos dela que são ótimos, os que mais aparecem são Sharon, Jude e Tom, seus melhores amigos, mas também tem Rebecca, que fala mais do que devia, Magda, que é completamente infeliz com a vida de casada e gostaria de ser solteira mas não tem coragem de acabar com o casamento, Jeremy, marido de Magda e Simon, que quase não aparece.
     Quando Bridget está com seus três melhores amigos a conversa é demais. Sharon questiona da maioria das coisa e acha que homens são péssimos, que sempre fazem o que ela chama de "babaquice emocional". Jude acredita na maioria das coisas que vê por aí, sempre tenta achar uma técnica nova para tentar melhorar a sua vida, tem um namorado estúpido e sabe disse, mas sempre fica chateada quando ele termina com ela, o que ocorre com muita frequência. Tom é homossexual e cheio de graça, sempre dá concelhos de como conseguir um namorado mas tem uma péssima relação com o seu namorado.
     Entre as resoluções de ano-novo de Bridget estão as metas de parar de beber, de fumar, deixar de ser obcecada pelo seu chefe, não comprar bilhetes de loteria, entre outras, mas ela continua bebendo, fumando e comprando bilhetes de loteria até o final do livro, e só deixa de ser obcecada por Daniel bem no final de dezembro.
     Resumindo: é um livro muito engraçado e extremamente legal, você vai rir muito com as loucuras de Bridget Jones e os outros personagens do livro. Também tem o filme inspirado nesse livro - ainda não assisti, mas se o livro é muito bom, o filme também deve ser ótimo.

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