23 de mai de 2011

Origem do Mundo versão dos Antigos Egípcios

Gente, ontem a Melissa veio aqui e a gente fez tanta coisa que nem deu tempo de postar, foi beem legal. Mas aqui estou eu para lhes falar sobre outra história interessantíssima dos antigos egípcios sobre a criação do mundo.
     A religiosidade no antigo Egito baseava-se na crença em vários deuses e, por isso, era politeísta. Os diversos deuses podiam ser representados com formas humanas e de animais, pois estes possuíam certas qualidades que os tornavam divinos para os egípcios.
     Os egípcios acreditavam que no princípio existia o Nun, que era a divindade que personificava as "águas primordiais", a divindade egípcia mais velha e mais sábia de todas. Representavam Nun como um homem barbado, com uma pena na cabeça e segurando um cajado.
     Nesse abismo líquido Atum se escondia em um botão de Lótus. Atum é o deus que protagoniza o mito da criação, e está representado na imagem ao lado. O seu nome egípcio era Itemu, o que significa “totalidade” ou “estar completo”, também podia ser representado por uma serpente ou usando as duas coroas (a do Alto e a do Baixo Egipto), e era o rei de todos os deuses.
     Um dia, sem que se contasse, Atum apareceu sobre o Caos como Rá (Sol) e criou dois filhos também divinos. Um era Chu ou Shu e o outro, uma deusa, era Tefnet.
     Shu era o deus do ar seco e da luz do sol, foi ele que separou o céu da terra e era o responsável pela vida, pois era deus da luz do dia. Representava-se como um homem que usava uma grande pluma de avestruz na cabeça. Acreditava-se que afastava a fome dos mortos.
     Tefnet era irmã e esposa de Shu e surgiu de um vómito de Atum. Era a deusa da humidade e das nuvens e o símbolo das dádivas e da generosidade. Retratavam-na, às vezes, com cabeça de leoa, o que indicava poder. Sobre a cabeça usava o disco solar e uma serpente, a serpente Uraeus. Enquanto seu irmão e marido Shu afastava a fome dos mortos, ela afastava a sede. O casal gerou dois filhos, Geb e Nut.
     Geb (imagem ao lado) era o deus egípcio da terra, responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas. Também era considerado deus da morte, porque se acreditava que ele prendia os espíritos maus, impedindo-os de ir para o céu. Era representado com as cores verde (a vida) e preto (a lama fértil do Nilo), usando uma pluma e chifres em forma de aríete. Nas pinturas, surgia com um ganso sobre a cabeça.
     Nut era a deusa do céu que acolhia os mortos no seu reino. Casou com Geb, seu irmão e geraram as deusas Ísis e Néftis e os deuses Osíris e Seth. Nut era representada, muitas vezes, com a forma de uma vaca, pois dizia-se que tinha sofrido espontaneamente uma metamorfose. Outras vezes, o seu corpo aparece alongado, coberto por estrelas, formando o arco da abóbada celeste que se estende sobre a terra. O dia vinte e cinco de fevereiro foi consagrado a esta deusa.
     E depois da criação desses deuses, eles continuaram o mundo.

4 comentários:

Any Brasil disse...

oiee, já tô seguindo seu outro blog, ele é tudo. vou tá lá sempre.
trendluxo.blogspot.com

Bruno JP Teixeira disse...

ADOREI A MATERIA!
APESAR DE NÃO ACREDITAR NOS EGIPCIOS... RSRS
ABRÇS
BRUNO JP TEIXEIRA
O PORTUGA

Dalva Caroline Sores Lins *--* disse...

aaaaaaaa Continua rafa a história ADORO o antigo egito! bjs , Dalva


Vidadegarota-dalva.blogspot.com

Divã das Baforetes disse...

ai amodoro cultura egipcia! e tem promoção lá no blog! esperamos vc =D bjbj da Telma

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